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Papanicolaou é eficaz na prevenção do câncer de colo do útero

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Estimativas do Inca (Instituto Nacional de Câncer) apontam que, até o ano de 2017, o Brasil  registrou 596.070 novos casos de câncer.

Uma das preocupações é com o câncer de colo do útero, que atingiu mais de 16 mil mulheres até o final do ano passado. 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as estratégias para a detecção precoce da doença são o diagnóstico (abordagem de pessoas com sinais e/ou sintomas da doença) e o rastreamento (aplicação de um teste ou exame numa população assintomática, aparentemente saudável, com objetivo de identificar lesões sugestivas de câncer e encaminhá-la para investigação e tratamento).

O método principal e mais amplamente utilizado para esse rastreamento é o teste de Papanicolaou.

Esse exame é a principal estratégia para detectar lesões precocemente, antes mesmo que a mulher tenha sintomas.

Pode ser feito em hospitais e clínicas que contem com profissionais capacitados. 

Sua realização periódica permite que o diagnóstico seja feito cedo e reduza a mortalidade por câncer de colo do útero.

O exame preventivo é indolor, simples e rápido.

Pode, no máximo, causar um pequeno desconforto que diminui se a mulher conseguir relaxar.

Para “Outubro Rosa de 2018”, o Grupo AUSTA preparou a campanha “Cuida agora. Cuide sempre.” – para conscientizar sobre a importância da prevenção ao câncer em mulheres. 

O objetivo é chamar a atenção para o tema e incentivar que todas façam exames preventivos, garantindo assim sua saúde e qualidade de vida.

Papanicolaou

De acordo com o site do Instituto Nacional de Câncer, toda mulher que tem ou já teve vida sexual e que estão entre 25 e 64 anos de idade.

Devido à longa evolução da doença, o exame pode ser realizado a cada três anos.

Para maior segurança do diagnóstico, os dois primeiros exames devem ser anuais. Se os resultados estiverem normais, sua repetição só será necessária após três anos.

Para garantir um resultado correto do Papanicolaou, a mulher não deve ter relações sexuais (mesmo com camisinha) nos dois dias anteriores ao exame, evitar também o uso de duchas, medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais nas 48 horas anteriores à realização do exame.

É importante também que não esteja menstruada, porque a presença de sangue pode alterar o resultado.

Pode parecer óbvio, mas muitas mulheres deixam de buscar o resultado do exame, o que é fundamental, além de apresentá-lo ao médico.

Mulheres grávidas também podem se submeter ao exame, sem prejuízo para sua saúde ou a do bebê.

Procure o médico da sua confiança e esclareça suas dúvidas sobre o exame. O AUSTA quer que você se previna.

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