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Pescar no hospital? Em vez das refeições, pipoca e chocolate quente? Sim, tudo isso e mais um pouco aconteceu na tarde desta quarta-feira (22 de junho) no Austa Hospital, que promoveu o  “Arraiá dos Pequeninos”, uma divertida festa junina com direito a tudo: bandeirinhas, doces, comidas e brincadeiras típicas voltadas às crianças internadas. Médicos, enfermeiros e familiares se divertiram junto com os pequenos pacientes.

As vestimentas à caráter, danças e brindes compuseram o clima perfeito para despertar os sorrisos nas crianças e adultos. “Brincar alegra a criançada e alivia um pouco a sensação de estar fora de casa”, conta dona Flausiana Cardoso, 65 anos, avó do Pedro, de um ano.

Eventos como o “Arraiá dos Pequeninos Austa” e a satisfação de pacientes e acompanhantes são a melhor resposta ao que o Grupo Austa se propõe, um de seus pilares: a humanização do atendimento de todos os colaboradores e o relacionamento destes com pacientes e acompanhantes baseado no carinho e atenção.

O “Arraiá” foi preparado pelas profissionais de enfermagem da Pediatria. “Desde que entrei no Setor de Pediatria, há 14 anos, fazemos anualmente quatro festas temáticas: Páscoa, Festa Junina, Dia das Crianças e Natal. Nós ressaltamos aos pais e responsáveis a importância destes eventos para que o tempo de permanência da criança e dos acompanhantes seja mais tranqüilo possível”, explica a coordenadora do Setor da Pediatria, Roselene Gilioti Passarini. Na preparação da festa, tudo foi planejado considerando a segurança de cada paciente, por exemplo, com relação à comida, preparada pela nutricionista do hospital.

A recompensa foram os elogios. Andreza Ávila, 37 anos, mãe de Vinícius, de 6 anos, notou a melhora do estado de saúde do filho durante a festa junina: “Ontem ele passou mal e acordou quietinho, mas foi só ver a festa que ficou todo alegre.

Comeu, pulou e brincou bastante. Acredito que, desse jeito, logo vai estar em casa”, comemorou ela, enquanto o filho exibia a bola que ganhou na barraca da pesca.

Este é um dos muitos benefícios desta ação do Austa Hospital, salienta a psicóloga da instituição, Renata Alves. “O lúdico faz as pessoas esquecerem um pouco a rotina do tratamento que, por mais amena que seja, não é fácil para crianças”, Renata, que também participou do “Arraiá”.

De Votuporanga, Érica Aureliano, de 35 anos, faz questão de trazer a filha ao Austa por essas razões: “Já fui em muitos hospitais, mas é aqui que sempre somos muito bem tratadas, conheço as enfermeiras do setor e o ambiente é o mais acolhedor que já encontrei”, conclui.

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