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Autoexame faz mulher conhecer o próprio corpo

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Autoexame

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a orientação é que a mulher realize a autopalpação das mamas sempre que se sentir confortável para tal (seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem nenhuma recomendação de técnica específica, valorizando-se a descoberta casual de pequenas alterações mamárias.

Segundo o Instituto Oncoguia, o autoexame (ou auto-palpação ou toque das mamas) pode ser feito uma vez por mês.

A melhor época é logo após a menstruação, para as mulheres que não menstruam mais, pode ser feito num mesmo dia de cada mês, por exemplo, todo dia 15.

Durante o toque é importante procurar: deformações ou alterações no formato das mamas, abaulamentos ou retrações, ferida ao redor do mamilo, caroços nas mamas ou axilas e secreções pelos mamilos.

E lembre-se, esses sinais não significam que você esta com câncer, mas são sinais que devem fazer você ir logo ao seu ginecologista.

O Inca não estimula o autoexame das mamas como estratégia isolada de detecção precoce do câncer de mama.

A recomendação é que o exame das mamas pela própria mulher faça parte das ações de educação para a saúde que contemplem o conhecimento do próprio corpo.

Oriente-se com seu médico e agregue ao autoexame o exame clínico e a mamografia.

Através da campanha “Quanto mais informada você estiver, melhor. Seja uma mulher AUSTA”, o AUSTA chama a atenção das mulheres para que conheçam o próprio corpo, e cuidem da saúde para afastarem os riscos de cânceres.

Procure o médico da sua confiança e esclareça suas dúvidas. O AUSTA quer que você previna-se.

Fonte – Site: Instituto Nacional de Câncer; e Instituto Oncoguia (link – Câncer; categoria – Tipos de Câncer)

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