Vacina E Eliminação De Criadouros São Ações Contra A Febre Amarela

Vacina e eliminação de criadouros são ações contra a febre amarela

A morte de humanos e macacos causada por febre amarela deixou a população em alerta.

Na área rural o contágio é feito especialmente pela picada do Haemagogus, que se alimenta do sangue de humanos e animais.

Na área urbana a transmissão da febre amarela é feita pelo mosquito Aedes aegypti.

Ou seja, os macacos são tão vítimas como os humanos, por isso não devem ser mortos.

Em 2017 também houve um surto da febre amarela, mas o pior registrado pelo Ministério da Saúde aconteceu em 1980.

Febre Amarela

Os principais sintomas da doença são:

  • início súbito de febre;
  • dores nas costas e cabeça;
  • náuseas;
  • vômitos;
  • fadiga e calafrios.

Já no quadro mais grave ela atinge órgãos como o fígado e rins, com febre alta, icterícia, urina escura, dores abdominais, sangramentos na boca, nariz, olhos ou estômago, podendo levar a convulsões, coma, morte.

Por isso, diante da suspeita da febre amarela, procure o atendimento médico o quanto antes.

Tratamento

Não existe um medicamento que seja especifico para os casos de febre amarela.

O que se trata são os sintomas causados pela doença.

Quem apresentar diagnóstico da doença deve fazer repouso e manter-se hidratado, especialmente se tiver quadro de vômitos.

Prevenção

A forma mais eficiente de evitar a contaminação pela febre amarela é a vacinação.

É importante seguir a orientação do Ministério da Saúde que ressalta: quem já foi vacinado com a dose padrão uma vez não precisará recebê-la novamente.

A Organização Mundial de Saúde recomenda, desde 2014, apenas uma dose da vacina contra a febre amarela.

Mas apenas em abril de 2017 o governo brasileiro decidiu adotar a norma.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não recomenda a vacina para pessoas com doenças que baixam a imunidade (lúpus, câncer e HIV, etc), nem para menores de seis meses, maiores de 60 anos, grávidas e alérgicos a gelatina e ovo. Se você está entre esse público, siga a orientação do seu médico.

Na área urbana, como medida preventiva, vale investir no combate ao mosquito Aedes aegypti.

Por isso siga as orientações:

  • não deixe água parada;
  • elimine recipientes que possam acumular água;
  • limpe as calhas;
  • lave com bucha a vasilha de água do seu animal de estimação;
  • mantenha a caixa d’água bem fechada;
  • coloque areia vasos com plantas e elimine os pratinhos.

Consulte sempre um médico e siga suas orientações. 

Fontes – Portal da Saúde (Ministério da Saúde) e Portal Brasil (link – Saúde).

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