AIDS Tem Crescido Em Várias Faixas Etárias, é Preciso Conscientização

AIDS tem crescido em várias faixas etárias, é preciso conscientização

Em geral, o número absoluto de novos casos de AIDS tem crescido no Brasil nos últimos anos, e esse aumento foi sentido em várias faixas etárias. É preciso conscientização para prevenir.

AIDS tem crescido tem todas as faixas etárias

A população com mais de 60 anos tem crescido nos últimos anos. Com isso, a chamada terceira idade está cada vez mais ativa, inclusive sexualmente.

O preocupante é que, as infecções por AIDS também estão crescendo entre os maiores de 60 anos.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, em 2005, foram notificados 1.131 novos casos de AIDS, nessa faixa etária. Já em 2015, essa taxa subiu para 2.100 casos.  As mortes em decorrência da doença passaram de 567 para 1.251, no mesmo período. Ou seja, tanto os novos casos de AIDS, quanto o número de óbitos, tem avançado.

Especialistas acreditam que, a falta de campanhas de conscientização direcionadas a este público específico, bem como a resistência que os mais velhos têm em usar os preservativos, além da maior oferta de medicamentos que facilitem a vida sexualmente ativa dos idosos, são os fatores que contribuem para os números da AIDS subirem.

No outro extremo estão os jovens, de 15 a 24 anos, onde a AIDS também cresceu.

De 2006 a 2015, a taxa de detecção da AIDS entre jovens do sexo masculino, com idade entre 15 a 19 anos quase que triplicou, indo de 2,4 para 6,9 casos por 100 mil habitantes.

Na faixa etária que vai dos 20 aos 24 anos, a taxa mais do que dobrou, passando de 15,9 para 33,1 casos por 100 mil habitantes.

Enquanto aqui houve um aumento de 3% nos casos, entre 2010 e 2016, no mundo, houve uma contração de 11%.

O registro de AIDS no Brasil passou de 47 mil novos casos em 2010 para 48 mil em 2016.

AIDS

Ter o HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) não é a mesma coisa que ter AIDS.

São muitos os soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e desenvolver a doença, mas que podem transmitir o vírus.

Essa transmissão pode acontecer por: relações sexuais desprotegidas, compartilhamento de seringas contaminadas, ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação, quando não tomam as devidas medidas de prevenção.

Pessoas que tiveram um comportamento de risco devem fazer o teste para saber se estão contaminados.

Somente assim será possível acompanhar o quadro e evitar a contaminação de outras pessoas.

O tratamento para o HIV tem registrado progressos notáveis.

Segundo o relatório da UNAIDS existe um aumento significativo no acesso ao tratamento antirretroviral ao redor do mundo.

Em 2000, apenas 685 mil pessoas vivendo com HIV tinham acesso ao tratamento.

Em junho de 2017 esse número era de 20,9 milhões de pessoas.

Procure sempre um medico de sua confiança e siga as orientações.

Fontes – sites: Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/AIDS e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde; UNAIDS; e Agência de Notícias da AIDS.

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